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SEMANA SANTA NO GRANDE OESTE TEM ORAÇÕES, ESPETÁCULO E PROCISSÕES
MÁRCIO MORAIS
Do Alto Oeste


Grande Oeste - Na região do Médio e Alto Oeste Potiguar milhares de pessoas se preparam para o período mais importante do calendário do Ano Litúrgico da Igreja Católica. A Semana Santa, que teve início no Domingo de Ramos, data que festeja a entrada de Jesus em Jerusalém dias antes de sua condenação e morte na cruz. O ponto de maior consternação dos fiéis na semana Santa é a Sexta-Feira, quando, de acordo com o cristianismo, o filho de Deus foi crucificado.
Missas, procissões, espetáculo grandioso para a encenação da Paixão de Cristo e a tradicional brincadeira da malhação de Judas. Essas são algumas das atividades previstas para a celebração da Semana Santa nos vários municípios do Médio e Alto Oeste.
A programação começou domingo passado e as paróquias da região celebraram o Domingo de Ramos com missas e procissões. Hoje os párocos das Igrejas dos municípios de Apodi, Alexandria, Patu, Umarizal, Pau dos Ferros, Caraúbas, Campo Grande, Upanema, Martins, Luis Gomes e São Miguel começaram a atender os fiéis que desejam fazer a confissão comunitária no período da Páscoa.
Desde ontem que em várias cidades da região como Campo Grande, Upanema, Martins, Pau dos Ferros, Caraúbas, Patu, Umarizal, dentre várias outras, começaram as apresentações das encenações da Paixão de Cristo. Na maioria das cidades, o espetáculo será ao ar livre e nesse ano algumas cidades estão levando a peça teatral para a zona rural, como foi o caso de Campo Grande, que fez uma apresentação na comunidade rural de Morcego.
Hoje e a amanhã as confissões continuam nas paróquias do Grande Oeste com a celebração de missas. Em hoje acontece em Apodi a procissão do Encontro, saindo Bom Jesus dos Passos da Delegacia de Polícia conduzido pelos homens e Nossa Senhora das Dores, da Praça São Francisco, conduzida pelas mulheres. Às 8h, acontece a adoração ao santíssimo sacramento, que vai até às 15h, e após acontecerá a Celebração da Paixão e Morte de Cristo. Já no sábado, a celebração da vigília pascal e no domingo a missa da ressurreição do senhor Jesus Cristo. A programação segue praticamente idêntica nas paróquias de toda região, principalmente em Caraúbas, Umarizal, Pau dos Ferros, São Miguel, Luis Gomes e outras.
Cada cidade mantém a sua tradição religiosa, mas sempre com o mesmo propósito que é lembrar a ressurreição de Cristo. Neste período do ano, as cidades do Oeste costumam receber os seus filhos que moram em outras cidades e até mesmo em outras regiões e estados que aproveitam o feriadão santo para visitar seus familiares, amigos e rever a sua terra natal.
De acordo com o padre de Caraúbas, Paulo Brasil, a Sexta-feira Santa é um dia de jejum e abstinência. Não necessariamente de alimentos ou carne. A proposta atual da igreja católica é que o próprio fiel faça uma reflexão das situações de mais apego material e se prive delas.
A Igreja Católica cita como exemplos cortar o uso da televisão ou do aparelho de som. "A maioria dos brasileiros já faz jejum de carne ou alimentos o ano inteiro, já que não tem dinheiro para comprar. Queremos mostrar que existem outras formas de adorar a Deus mais conscientes", comentou Paulo Brasil.

149 ANOS DE EMANCIPAÇÃO

O vereador Nilson Junior colocou nesta quinta feira uma faixa em uma das principais vias da cidade, desejando Parabéns aos 149 Anos de Emancipação Política da nossa querida cidade Campo Grande.

SEMANA SANTA
CAMPO GRANDE REVIVE A PAIXÃO DE CRISTO
MÁRCIO MORAIS
De Campo Grande

Campo Grande – As encenações da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus estão entre as maiores manifestações de fé e devoção dos católicos na Semana Santa. São conhecidos nos municípios do Médio e Alto Oeste espetáculos que retratam os últimos passos de Jesus Cristo na terra.
Em Campo Grande, no Médio Oeste Potiguar, o Grupo Teatral Arte Vida, em parceria com a Igreja Católica de Campo Grande, está organizando a apresentação da história de vida e morte de Jesus Cristo para ser apresentada agora na Semana Santa no município de Campo Grande e cidades vizinhas como Upanema, Janduís, Messias Targino e Triunfo Potiguar.
O elenco contará com um grande cenário produzido com o apoio dos profissionais de teatro de Governador Dix-sept, Berg e Jonhatan Alysson, e cerca de 100 moradores do próprio município de Campo Grande, entre professores, estudantes, crianças, adolescente, agricultores, adultos e até as senhoras com mais de 70 anos.
“O nosso município tem muita religiosidade e a idéia da apresentação ao ar livre mobilizou toda a comunidade”, explica Osvaldo Eliedilson, responsável pela direção da peça ao lado de Pedro Miau.
A peça teatral da Paixão de Cristo não se limitará apenas às cidades, os moradores do perímetro rural também terão acesso, como é o caso da comunidade rural de Morcego, que assistirá hoje a apresentação da Paixão de Cristo.
Na sexta-feira e no sábado, a apresentação acontecerá no pátio e na Praça da Igreja Matriz de Santana. Já no domingo o Arte Vida foi convidado para fazer a encenação na cidade vizinha de Upanema. E provavelmente irá se apresentar em Triunfo Potiguar.
O frade Freire tem acompanhado o desenrolar dos trabalhos e percebe grandes resultados que estão sendo deixados pela ação voluntária dos católicos da cidade. “Envolver quase 100 pessoas por mais de um mês para ensaiar e refletir sobre a vida de Jesus é um grande feito. Além disso, estou percebendo que muitos deles que não freqüentavam a igreja estão começando a participar da missa. Isso é muito bom”, comentou, animado, o frade.

A iniciativa de realizar a Paixão de Cristo partiu do engenheiro Agrônomo Caramuru Paiva. Segundo ele, a população campo-grandense sempre gostou muito de fazer teatro e o tema da vida de Jesus ajuda os cristãos a refletirem sobre o momento da Quaresma.
“Além disso, passamos a divulgar ainda mais a religiosidade e o turismo religioso de um município que possui a maior igreja do interior do Rio Grande do Norte. Tenho certeza que virão muitos visitantes”, avalia Caramuru Paiva.
A ação conta ainda com os apoios do Arco Verde Casa Show, Fundação José Augusto/Governo do RN, grupos de jovens do município, grupo da terceira idade, Casa de Cultura Popular Cleto de Souza, vereador Nilson Júnior, deputado estadual Fernando Mineiro, Núcleo Sertão Verde, Deroci Araújo, blog CG news, FM Independência 104,9 e da deputada federal Fátima Bezerra.

 

Jornal de Fato

SALOMÃO GURGEL SE PREOCUPA COM VIOLÊNCIA EM JANDUÍS E CAMPO GRANDE


Janduís – O prefeito Salomão Gurgel, o sargento PM Eliezer, o capitão PM Silva, vereadores, o delegado regional Roberto Moura, o promotor de Justiça Fausto França Júnior e o juiz Edino Jales de Almeida Júnior, representantes da sociedade, se reuniram anteontem, às 19h, para discutir o aumento da violência na região no Auditório da Câmara Municipal de Janduís.
Essa audiência pública havia sido agendada para acontecer semana passada. Incompatibilidade na agenda das autoridades impossibilitou a realização do evento, sendo remarcado para anteontem.
O quadro de insegurança que se instalou na região do Médio Oeste, com destaque para o município de Janduís, foi exposto pelo prefeito Salomão Gurgel (PT). Segundo ele, pequenos roubos, assaltos e até assassinatos têm tirado a tranqüilidade da população.
O pior quadro é que os crimes acontecem e faltavam policiais para fazer as investigações, bem como estrutura física no prédio da delegacia. Falta até material de escritório. A viatura policial não funcionava, e mesmo se funcionasse, falta combustível para fazer as rondas na zona rural.
O prefeito Salomão Gurgel disse que a realização dessa audiência pública representa um grito de alerta da sociedade janduiense, “somando-se a esse esforço das autoridades constituídas do município em buscar soluções para melhorar o sistema de segurança pública de Janduís”, destacou.
 O promotor Fausto França Júnior, da comarca de Campo Grande, fez um relato histórico da questão da segurança pública no Médio-Oeste. Ele ressaltou a dificuldade da Delegacia Regional de Patu de tomar conta de 11 cidades. Enfatizou o esforço dispensado pelo comando de Patu em resolver essa situação. “O problema está acima disso”, afirmou.
No quadro atual, o promotor acredita que é preciso haver continuidade do serviço e cada cidade contar com um destacamento mínimo capaz de solucionar os problemas que forem ocorrendo. Para ele, a região necessita de uma polícia nos moldes do GTC (Grupo Tático de Combate) para fazer o policiamento de fronteira. Em suas palavras, o capitão PM Silva, representando no evento a Secretaria de Defesa Social, trouxe dados estatísticos, afirmando que em Janduís foi feito um trabalho no sentido de aumentar o efetivo policial, de três para nove homens, em sistema de rodízio, além da aquisição de novos equipamentos, como coletes à prova de balas e armamentos.
Ele assegura que as ocorrências neste ano são comparáveis ao que ocorreu em 2006, o que se configura, no seu entender, uma situação sob controle. O que o capitão não entendeu ou não expressou bem é que o índice de violência em 2006 já era assustador, para uma população de seis mil habitantes.
Para Salomão Gurgel, é preciso reforçar o trabalho de inteligência. “Sei que a Polícia Militar está se esforçando para desempenhar um melhor trabalho, e sei que a Polícia Militar pode fazer ainda mais”, assinalou. Para o promotor Fausto França, é preciso promover a interiorização da Polícia Civil.
O juiz Edino Jales de Almeida Júnior, de Campo Grande, falou da importância de se realizar essa audiência pública. “Não há melhor momento para discutir a segurança”, relatou. Ele adiantou que a mesma audiência também ocorrerá na cidade de Campo Grande. “Estou convicto de que após essa audiência teremos soluções concretas para resolver esses problemas”, afirmou. 

PROVIDÊNCIAS
Ao final da reunião, ficou definido que uma comissão formada por vários membros, representativos dos poderes constituídos em Janduís, irá se reunir com o titular da Secretaria de Segurança Pública Estadual na sexta-feira, 13, a fim de levar ao conhecimento do secretário o que foi discutido na audiência pública, bem como ampliar a discussão no sentido de intensificar o trabalho de segurança pública no município de Janduís.

Fonte: Jornal de Fato

05 DE ABRIL: EXISTE UMA CAMPO GRANDE COM A CARA LIBERTÁRIA, ALEGRE, PACÍFICA E CULTA

 

A nossa Campo Grande aproxima-se de um século e meio de emancipação política. É momento oportuno para fazer uma releitura e complementar a sua história registrada nos parcos livros e pelos poucos escritores que resolveram aventurar-se na reflexão sobre o maior patrimônio de um povo: a sua história, base da cultura.

Quero dizer que não acredito na origem do nosso nome ter começado por um grito de um capitão português que ao chegar as nossas terras expressou admirado: “- Oh, que Campo Grande”. Além de sem sal, isso não se fundamenta porque a região era completamente habitada por índios pêgas e uma expressão dita a pouca gente e ainda por cima em outra língua estranha, dificilmente seria reproduzida no tupi guarani e conseguiria batizar um lugar. Prefiro o conto do povo campeando o gado que ficava sempre ruminando ‘naquele campo grande’. Ou outro causo que um bom historiador descubra no seio do nosso povo.

A partir daí é preciso recuperar a história que antecede a chegada dos portugueses. Havia povo pêga com crença, danças, língua, religião e sabedoria. A guerra de Portugal contra os indígenas extinguiu a raça nativa e os ocupantes apagaram a maioria dos traços da cultura pêga. Restam indícios. Dormimos nas redes indígenas e lemos a nossa história a partir do ‘- oh, que Campo Grande’. Precisamos completar a nossa história e falar da resistência índia, da bravura que preferiu morrer a ser escravo.

É necessário incluir nos livros escolares a posição de vanguarda do povo campograndense na defesa dos direitos humanos e na luta por justiça social. Essa postura libertária vem de muito longe. Vamos dizer aos jovens de nossa terra que o Professor Basílio foi abolicionista e que 11 homens da Campo Grande lutaram pela República, assinalada na luta de Curupaity quando o Justiniano ficou ferido. Vamos falar do nosso Antonio Conselheiro, o Joaquim Ramalho.

Toda escola precisa dizer da história do Sokay comandando o carnaval de rua e a estréia histórica de um grupo de ‘adolescentes lisos’ que fundaram o bloco Fura-barreira também merece registro. Tem menino de 18 anos que eu conto do nosso carnaval e ele não acredita que Campo Grande teve desfile na rua com direito a carro alegórico e samba enredo. Você também não acredita ? Teve sim.  O bloco das Quencas tinha que ser colocada como uma invenção dos Arianos Suassunas campograndenses do Alto da Esperança.

O movimento estudantil merece um capítulo especial. O ENJESO na luta por uma educação melhor. Dr. Gileno Freire organizando o Centro Cívico. Inácio Bezerra estruturando o esporte. Cláudio de Zé Fernandes foi um dos maiores pela greve que derrubou um diretor indesejado pela classe estudantil. Hildebrando, Valcerli, Zé Estácio e tantos outros. Lembro quando fui presidente em 1993 e participei de uma reunião anual de planejamento dos professores e fiz uma defesa da introdução da nossa história de CG no currículo escolar. Imagine se hoje estivesse lendo sobre o movimento estudantil nas escolas ?.

 

E o que dizer da veia cultural do nosso povo ? Precisamos botar os 300 jovens músicos e as 3 bandas nos livros escolares. Devemos remontar os auto de Zé de Cândida, as encenações de Zuleide Araújo, a peça a Donzela Proibida de Zé Régis, a arte no meio da rua do Canal Cultural, o show da praça da Festa de Santana, as mais belas vozes e o recente Arte Vida que vai entrar para a história pela encenação da Paixão de Cristo com mais de 80 artistas amadores no meio da rua.

Empresários como Antonio Gentil e Mazony Costa enchem a gente de orgulho e suas vidas já deviam está sendo estudadas nas escolas. Pe. Pedro e Ronaldo Valência são outros que mereciam ter seus DVD assistidos para o povo aprender mais de justiça e solidariedade. Gilberto, Roberto e Paulinho deviam está ensinando futebol nas escolas públicas para futuramente ter um profissional levando nosso nome mais longe.

Em fim, os livros precisam ser enriquecidos com a cara e a vida do nosso povo. A nossa história oficial é quadrada e não coloca o movimento da população humilde. Olhar para esse passado com mais amplitude certamente ajudará a encher os corações de esperanças para criar as bases necessárias a superação do pensamento derrotista da cidade do que já teve. O povo campograndense é forte, corajoso, sábio, culto, alegre e pacífico. É isso que eu quero cantar na sua emancipação para ecoar no seu futuro.

                                                                                          Caramuru Paiva

 

 

Os primeiros habitantes da Serra da Capilhada foram os índios Pêgas. Em 1750, a região era conhecida pelo nome de Campo Grande, em referência as extensas campinas situadas à margem esquerda do rio Upanema. Nessa época, estabeleceu-se na região um português chamado Gondim, com as primeiras fazendas de criação de gado.

Nos idos de 1761, o Sargento-Mor João do Vale Bezerra adquiriu, em hasta pública, as terras da serra da Capilhada, pertencentes anteriormente ao português Gondim, surgindo então a povoação de Campo Grande e a história de uma serra que com o passar do tempo passou a ser chamada de Serra de João do Vale.


Foram construídas casas para a família e descendentes de João do Vale, edificada uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Santana.

Em 14 de setembro de 1858, a Lei nº 114 criou o município com a denominação de Campo Grande. Interesses políticos, entretanto, fizeram com que essa Lei fosse derrogada em 1868, passando Campo Grande a simples posição de distrito do recém- criado município de Caraúbas. A Lei nº 613, de 30 de março de 1870, restaurou o município com a denominação, de Triunfo. Em 28 de agosto de 1903, a Lei nº 192 originada do projeto do Deputado Luís Pereira Tito Jácome, mudou o nome do município para Augusto Severo, em homenagem ao inventor do dirigível Pax.

No dia 6 de dezembro de 1991, através da Lei nº 155, o município de Augusto Severo voltou ao seu antigo nome Campo Grande.

DEVIDO ESTA MATÉRIA TER SIDO BASTANTE DISCUTIDA PELA POPULAÇÃO VALE A PENA  MOSTRAR DE NOVO

ABANDONO AO VALOR HISTÓRICO

 

 

O CG NEWS, vem nesta matéria mostrar um dos abandonos ao valor histórico de um dos principais Cartões postais da nossa cidade: o Cruzeiro, que fica bem frente a Matriz de Sant’ana, além da energia do referido cruzeiro ter sido cortada, as luzes e os bocais estão caindo, como várias outras peças, que complementam o cruzeiro. E a madeira está podre, correndo risco de desabar com uma ventania.

Uma pena ver um beleza histórica da nossa cidade nessas situações.

PAIXÃO DE CRISTO SERÁ EXIBIDA EM UPANEMA E NEGOCIA TRIUNFO POTIGUAR

 

 

O Grupo Arte Vida de Campo Grande foi convidado pelo pároco de Upanema, Pe. Josimar, para realizar a encenação da Paixão de Cristo ao ar livre no município vizinho. Os diretores da peça, Osvaldo Vieira e Pedro Miau, fecharam o compromisso de levarem o elenco de quase 80 componentes para se apresentar no domingo (08).

 

O Pe. Josimar ainda afirmou interesse em levar a maior história ocorrida na face da Terra para ser apresentada na cidade de Triunfo Potiguar. "Vamos conversar com o prefeito Toinzinho para ver se ele garante pelo menos o transporte. Isto seria muito bom para os cristãos daquela cidade", comentou o padre.

 

A encenação da Paixão de Cristo está sendo interpretada por pessoas comuns de Campo Grande das mais diversas profissões e categorias. Conta com o apoio cultural de Caramurú Paiva e conta com cerca de 80 professores, alunos, adolescentes, crianças, senhoras da terceira idade, homens e mulheres estão ensaiando há quase um mês. O técnico em informática, Ewerton Estevão, é um desses jovens. Na peça Everton faz o papel do Rei Herodes. "Estou muito feliz e espero que o grupo se mantenha depois da encenação", diz o jovem.

ESCOLA DA COMUNIDADE CAJUEIRO RECEBE UMA NOVA SALA DE AULA E ALUNOS GANHAM QUITES ESCOLAR

 

      

 

A escola da comunidade Cajueiro, ganhou este ano uma nova sala de aula feita pela prefeitura municipal para dar mais conforto aos alunos e estrutura a escola da comunidade. Também foi entregue 35 quites de material escolar para os alunos, doado pelo vereador Arnaldo Bezerra, cada quite contém 15 itens de material.

O BANCO DO BRASIL ESTÁ SEM ENERGIA ELÉTRICA

 

  

 

Há dois dias, a agência do Banco do Brasil de Campo Grande RN não funciona, por falta de energia elétrica. Segundo informações, um gato entrou no galpão onde fica um dos geradores de energia desta agência bancária e morreu eletrocutado, provocando um curto circuito em todo o sistema elétrico.

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NAS ONDAS SONORAS...


O mês de abril vem recheado de mega eventos... A Independência FM 104,9 comemora seus 4 anos de sucesso com programação especial, de 09 a 14/04. Serão seis dias de muita festa, homenagens e diversão nas ondas do rádio. Entre as atrações destacamos a ilustre participação das bandas de música Maestro Antonio da Pastora e Manoel Mocó. Haverá também show de calouros na categoria adulto/infantil, distribuição de brindes aos ouvintes, palestras com diversas personalidades (Párocos, Juiz de Direito, Representante do Ministério Público, Médicos, demais profissionais da saúde entre outros), participações de músicos veteranos, violeiros e repentistas, que darão ênfase a cultura popular. Na categoria esporte/lazer será realizado torneio de mini-campo, e no encerramento das festividades show com Bené & banda na Arco Verde. Sintam-se convidados!!!

                                                         Andréia Bezerra




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